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	<title>SOHAKU BASTOS &#124; Acupuntura &#124; Biografia oficial &#187; Textos Dr. Sohaku</title>
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		<title>Acupuntura Japonesa: Passado e Presente</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 00:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Sohaku Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Dr. Sohaku]]></category>

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		<description><![CDATA[Originária da China, a Acupuntura foi introduzida oficialmente no Japão há 1.500 anos. Entretanto, estudos arqueológicos realizados nos anos 60 sinalizam que agulhas de pedras e ossos de animais descobertos no Japão foram utilizadas como terapia acupuntural há mais de cinco mil anos (Período Jomon 13000 a.c a 300 a.c). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Originária da China, a Acupuntura foi introduzida oficialmente no Japão há 1.500 anos. Entretanto, estudos arqueológicos realizados nos anos 60 sinalizam que agulhas de pedras e ossos de animais descobertos no Japão foram utilizadas como terapia acupuntural há mais de cinco mil anos (Período Jomon 13000 a.c a 300 a.c).</strong></p>
<p>A partir da Era Yayoi (300 a.c a 300 d.c), durante o reinado da Imperatriz Himiko no Japão, a antiga medicina japonesa baseada no conhecimento da natureza e da relação do homem com o universo (<span style="font-style: italic;">Honnō</span>) teve um grande desenvolvimento, principalmente com a integração com a antiga medicina chinesa. Em verdade, a Acupuntura japonesa moderna herdou tradições japonesas e chinesas integradas.</p>
<p>No século XX, a Acupuntura como parte da medicina oriental encontrou respaldo na ciência moderna, sobretudo na década de 70, quando sua prática se difundiu para o Ocidente.</p>
<p>Trabalhando a energia <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Qi </span>do ser humano, a Acupuntura apresenta resultados objetivos e muitas vezes imediatos. Ela regula o fluxo de energia <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Qi </span>nos canais ou meridianos, desbloqueando e equilibrando o fluxo de energia do organismo.</p>
<p>A Acupuntura, consoante à visão ocidental, é concebida como uma técnica de estímulos nociceptivos periféricos com agulhas que atua nas terminações nervosas livres, estimulando o sistema nervoso central e, assim, liberando uma série de componentes químicos do organismo (moléculas mensageiras), que seriam responsáveis pelos efeitos desejados.                </p>
<p>Sem empregar intervenções cirúrgicas ou tratamentos baseados em potentes medicamentos alopáticos, as terapias das medicinas orientais promovem a saúde e o bem-estar, proporcionando uma melhora na qualidade de vida. Através da harmonização da unidade mente-corpo-energia, este sistema de saúde milenar possibilita o tratamento e a prevenção de enfermidades, a revitalização do organismo e a longevidade.</p>
<p>No Japão, a acupuntura teve um desenvolvimento extraordinário, sobretudo na área da Eletroacupuntura, método eficaz tanto no tratamento da dor quanto na regulação funcional do organismo. Lá, com as descobertas da ciência e o progresso tecnológico da medicina ocidental, associadas às milenares práticas de saúde, permitiu-se o aumento da expectativa de vida da população.</p>
<p>Em Okinawa – ilha do Sul do Japão – por exemplo, quase 10% da população ultrapassaram os 100 anos de vida. Isto ocorre porque, além das práticas médicas integradas, o povo dessa região do Japão adota um estilo de vida extraordinariamente saudável, baseado em hábitos de um sistema milenar que valoriza a vida e a natureza. </p>
<p>Em comparação ao restante do país – o Japão tem a expectativa de vida mais elevada do mundo, com média superior a 82 anos – a ilha de Okinawa reflete a realidade de que vale a pena investir num sistema natural de saúde (Sistema <span style="font-style: italic;">Honnō</span>), cujo escopo é: vitalidade, movimento, equilíbrio e longevidade.</p>
<p>Promovendo a saúde e não apenas combatendo as doenças, a milenar medicina do Extremo Oriente reúne um conjunto extenso de saberes e práticas, que poderia ser muito bem aproveitado pela sociedade atual do Ocidente, que se encontra cada vez mais dependente de um modelo médico que não promove devidamente a saúde, cuidando apenas de doenças.</p>
<p>As enfermidades da atualidade são reflexos de uma postura equivocada do homem em relação à vida. Valoriza-se a autoridade social acima da autoridade da natureza. Assim, as doenças de bases psicossociais são aquelas que acarretam grande parte da dor e do sofrimento do homem moderno.</p>
<p>O <a href="http://www.acupunturabrasil.com.br/" target="new">I Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura e Eletroacupuntura Científica</a>, que será realizado no Colégio Brasileiro de Cirurgiões do Rio de Janeiro nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2008 em comemoração ao centenário da imigração japonesa, reunirá profissionais e pesquisadores do Japão, Brasil e EUA, trazendo as mais revolucionárias e recentes pesquisas científicas e práticas sobre a Acupuntura, Eletroacupuntura e demais recursos terapêuticos da medicina oriental. Este evento conta com o apoio oficial da Comissão de Eventos Comemorativos do Centenário de Imigração Japonesa do Estado do Rio de Janeiro e do ano do Intercâmbio Brasil-Japão.</p>
<p>A novidade deste Congresso é que ele não será voltado apenas para os profissionais da área da saúde. Interessará, também, ao público em geral, aos pacientes e a todos aqueles que tenham interesse em adotar um estilo de vida saudável que preserve a natureza e valorize a vida.</p>
<p><span style="font-weight: bold;"></span></p>
<blockquote style="font-family: verdana;"><p>
<span style="font-size: 85%;"><span style="font-weight: bold;">Dr. Sohaku Bastos</span><br />
Presidente Executivo do Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura<br />
<a href="mailto:drsohaku@abacocba.org.br">drsohaku@abacocba.org.br</a><br />
<a href="http://www.acupunturabrasil.com.br/" target="new">www.acupunturabrasil.com.br</a></span></p></blockquote>
<p><a href="http://www.acupunturabrasil.com.br/" target="new"></a><br />
<a href="http://www.honno.com.br/acupuntura_presente_passado.html" target="new">Texto também disponível aqui</a>.</p>
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		<title>Bem-estar: responsabilidade e conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 00:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Sohaku Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Dr. Sohaku]]></category>

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		<description><![CDATA[Há mais de um século acreditou-se que a qualidade de vida e o bem-estar da humanidade dependiam essencialmente do acesso aos produtos industrializados (...) Artigo do Dr. Sohaku Bastos à sociedade brasileira, publicado no Jornal <i>Salute News</i>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há mais de um século acreditou-se que a qualidade de vida e o bem-estar da humanidade dependiam essencialmente do acesso aos produtos industrializados (...) Artigo do Dr. Sohaku Bastos à sociedade brasileira, publicado no Jornal <span style="font-style: italic;">Salute News</span>.</strong></p>
<p><span style="font-weight: bold;">EDUCAÇÃO: PARTE PRIMEIRA DA SAÚDE</span></p>
<p>Há mais de um século acreditou-se que a qualidade de vida e o bem-estar da humanidade dependiam essencialmente do acesso aos produtos industrializados. Da mesma forma, esperava-se que com a evolução da industrialização química e farmacêutica, paralelamente aos progressos da tecnologia biomédica, erradicar-se-iam todos os tipos de moléstias.</p>
<p>Em verdade, o progresso dos tratamentos medicamentosos e cirúrgicos reduziu a mortalidade, o que se refletiu nas estatísticas globais. Com isso, procurou-se demonstrar que esses procedimentos alteravam significativamente a taxa de sobrevida dos pacientes. Todavia, o uso indiscriminado de medicamentos sintéticos e o emprego, algumas vezes desnecessário, de intervenções cirúrgicas, impingiram à sociedade uma “nova epidemia” de doenças provocadas, paradoxalmente, pelo sistema convencional de saúde: a iatrogenia, do grego: iatrós (‘remédio’) e gênesis (‘geração’, ‘causa’).</p>
<p>A doença iatrogênica transcende o simples erro profissional. Abrange, em sentido mais amplo, todas as condições desfavoráveis, entre as quais: a cultura de procedimentos terapêuticos perniciosos e a desinformação, ou melhor, a cultura da automedicação.</p>
<p>Na realidade, a qualidade da saúde da população carente mundial não melhorou, apesar do crescimento da produção de fármacos e o fomento nos investimentos em tratamentos de diversas doenças. Por maior evolução técnica que se tenha obtido nesse último século é evidente que a humanidade não está mais feliz, não se conseguiu promover o bem-estar social como um todo, tampouco se obteve o controle preventivo das enfermidades de forma mais abrangente.</p>
<p>A importância do fator cultural nos problemas de saúde passa pelo acesso à educação, sem a qual não se pode ter acesso às informações fundamentais ao exercício da cidadania. Passa, também, pelas discriminações sociais de toda ordem e, sobretudo, pelo domínio sócio-econômico de grupos nacionais ou estrangeiros interessados exclusivamente em lucros, sem uma verdadeira preocupação social.</p>
<p>Em decisão, publicada nos jornais de grande circulação, a Organização Mundial da Saúde – OMS – em Genebra, mais uma vez, reporta-se à necessidade de se criar estratégias mundiais no sentido de ajudar países a regulamentar as terapias não-convencionais e não alopáticas. No texto, ressaltam-se os métodos de eficácia comprovada quando empregados de forma adequada, dentre os quais a homeopatia, a acupuntura, a hipnose, técnicas de relaxamento, tais como yoga, tai-chi, assim como, medicamentos à base de plantas, minerais ou animais.</p>
<p>Não é a primeira vez que esse órgão máximo de promoção mundial de saúde se pronuncia a respeito. Em 1962, durante a Primeira Conferência Internacional sobre Atendimento Primário em Saúde, a OMS já alertava os países do chamado “terceiro mundo” sobre a necessidade de se resgatar, científica e socialmente, as terapias tradicionais de países e povos para atender a mais da metade da população do mundo que não tinha sequer acesso aos procedimentos básicos de saúde. Ratificando esta política, em 1978, na cidade de Alma-Ata – capital do Cazaquistão Soviético – sob o patrocínio conjunto da OMS e da UNICEF - foram enfatizadas as referidas condutas no atendimento primário de saúde, as quais poderiam ser mais bem definidas e desenvolvidas como principais ferramentas para se alcançar o escopo: “Saúde para Todos”, o qual, também, já havia sido adotado na Assembléia Mundial de Saúde, em 1977.</p>
<p>Países como o Japão, os Estados Unidos, a China, a Índia, a Coréia, a Inglaterra, entre outros, já incluíram as terapias naturais e tradicionais em seus sistemas de saúde. Ressalta-se o Sri Lanka, cujo governo criou o Ministério de Medicinas Indígenas para preservar e promover as práticas das terapias tradicionais, principalmente, a milenar Terapia Ayurvédica que atende mais da metade da população do país em hospitais públicos.</p>
<p>No entanto, há algumas décadas, em nosso país, havia um certo consenso dentre a comunidade científica de que as plantas medicinais, as doses homeopáticas e as agulhas de acupuntura não ocupariam mais que uma nota de pé de página na história das Ciências da Saúde. Esta foi, sem dúvida, uma suposição prematura, visto que os países do “ primeiro mundo” incorporaram definitivamente essas práticas. promovendo-as cientificamente e fomentando-as socialmente.</p>
<p>Nesse sentido, os países em desenvolvimento estão em descompasso com o que ocorre nas sociedades mais industrializadas e ricas, nas quais as pesquisas científicas em terapias naturais são consideradas da maior importância para o futuro. São os gigantescos conglomerados da indústria farmacêutica que estão desenvolvendo grande parte das pesquisas tecnológicas nessas áreas, sobretudo com as plantas medicinais e, ainda mais, patenteando-as. Para os países em desenvolvimento, surge a questão de termos, no futuro, que importar dos países desenvolvidos nossas próprias plantas nativas e seus extratos vegetais, onerando a balança comercial. Tendo perdido o primeiro round<span style="font-style: italic;"> </span>da Revolução Industrial, será que nós, do chamado “terceiro mundo”, também vamos perder a batalha novamente e, desta vez, em nosso próprio terreno?</p>
<p>Mais surpreendente é quando nos deparamos com reportagens que enfatizam pronunciamentos de “autoridades” em plantas medicinais, as quais depreciam o emprego das mesmas sob a alegação de que fazem mais mal do que bem, estigmatizando-as. É óbvio que o uso de qualquer medicamento deva ser cercado de cuidados que vão da prescrição à manipulação por quem de direito.</p>
<p>É sobejamente conhecido pelas autoridades científicas que as terapias naturais são de custo acessível, de simples implementação e de baixa iatrogenicidade. Todavia, frise-se por necessário que, não obstante o valor social dessas práticas ser insofismável, é de bom alvitre ressaltar que elas não pretendem substituir as condutas terapêuticas do sistema assistencial vigente. O objetivo primordial da integração das políticas mundiais de saúde com as terapias naturais é que elas venham a ser valores agregados à conjuntura dos procedimentos convencionais de saúde, humanizando, destarte, o atendimento ao cidadão.</p>
<p>A prestigiada Universidade de Harvard, no que tange à educação na área das terapias não convencionais, desde 1995 vem promovendo cursos e seminários anuais intitulados “Alternative Medicine: implications for clinical practice“, direcionados a profissionais da área de saúde. Aliás, nos Estados Unidos existem em torno de 150 instituições de ensino superior especializadas que promovem cursos de graduação e pós-graduação (lato sensu) em áreas como Naturopatia, Acupuntura, Quiropraxia, etc, algumas delas mantendo programas acadêmicos de mestrado e doutorado (stricto sensu) nessas áreas do saber.</p>
<p>A Revista Veja, em manchete de capa com o título – “Promessa de Milagre – Riscos das Terapias Alternativas”, abordou o tema com parcialidade. Não obstante o oportuno alerta em relação à especulação panacéica sobre o assunto omitiu, entretanto, o aspecto mais relevante em qualquer ato profissional: a Educação.</p>
<p>A Educação é parte primeira da saúde e de qualquer profissão ou área do saber. Através dela é possível não apenas fomentar o aprendizado, mas também a pesquisa. Em sua falta, o caos e o engodo.</p>
<p>Sensível a esta realidade educacional, o Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, órgão normativo do Governo do Estado na área de Educação, criou a Deliberação nº 270/01, a qual estabelece as Diretrizes Curriculares Complementares nas áreas de Acupuntura, Shiatsuterapia e Terapias Naturais, compreendendo nesta, Massagem, Fitoterapia, Quiropraxia, Osteopatia, Reflexoterapia, Iogaterapia e Terapia Ayurvédica, consoante à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96.</p>
<p>Para reforçar esta política, foi sancionada a lei estadual nº 3.181 de 27 de janeiro de 1999, a qual criou o serviço de acupuntura nas unidades hospitalares do Estado do Rio de Janeiro, porém, a regulamentação da mesma só ocorreu em 05 de julho de 2002. Com isso, o maior prejudicado com essa procrastinação foi o cidadão carente que não pôde acessar tal serviço de saúde sem ônus nos últimos três anos.</p>
<p>Desta forma, evidencia-se que sem a promoção do binômio Ensino-Pesquisa é impossível a viabilização de qualquer exercício profissional, mormente na área da saúde. Quanto às pesquisas científicas, podemos nos reportar com segurança a centros de pesquisas de excelência e às próprias Diretrizes da Organização Mundial da Saúde. Quanto à Educação, devemos estar atentos às regulamentações educacionais já estabelecidas em países desenvolvidos, neste campo do saber. Quanto ao exercício profissional, ou seja, a prática regular dessas terapias é matéria reservada à lei. Em sua falta, as decisões e normas estabelecidas por corporações profissionais da saúde são importantes referenciais a serem observados pela sociedade.</p>
<p>Considerando a existência de hiatos conjunturais de desinformação e de algumas condutas terapêuticas abusivas, vale dizer, inconsistentes no que concerne à prática das “Terapias Alternativas”, compreende-se, por conseguinte, que o verdadeiro vilão deste imbróglio é a ignorância, associada ao desconhecimento injustificável ou até mesmo conveniente de alguns segmentos da sociedade. Assim sendo, tal "desmotivação" quase proposital não leva, em absoluto, ao fomento da educação regular em áreas de demandas laborais latentes que jamais deveriam ser sufocadas, sob pena de termos que pagar um alto custo social no futuro, levando as novas gerações e aquelas que ainda estão por vir a nunca nos perdoar por omissão.</p>
<p>O Sistema Educacional ABACO/CBA que eu tive a honra de construir e a felicidade de trabalhar fundamenta-se no espírito holístico-educacional cujo objetivo é a transformação humana para se viver em um mundo melhor.</p>
<p>Estou convencido de que a verdadeira educação deve albergar não apenas a instrução, sobretudo a afetividade e a ética. Não é mais aceitável ignorar a realidade da vida humana apartada da práxis ecomoral-comportamental-transdisciplinar que permeia todas as latitudes existenciais.</p>
<p>O ser humano passou milhares de anos tentando descobrir a verdade da vida, confiando em seus sentidos e vislumbrou o conhecimento. Esqueceu-se, porem, de sua verdadeira realidade existencial: o saber inato e original.</p>
<p>Quando conseguirmos integrar conhecimento e sabedoria, ciência e tradição, pensamento ordinário e consciência, possivelmente estaremos mais próximos da saúde, da paz e da verdadeira evolução humana.</p>
<blockquote style="font-family: verdana;"><p><span style="font-size: 85%;"><span style="font-weight: bold;">Dr. SOHAKU BASTOS</span><br />
<a href="mailto:drsohaku@abacocba.org.br">drsohaku@abacocba.org.br</a><br />
Fundador da ABACO-CBA e da SOHAKU-IN FOUNDATION<br />
Cônsul-Geral a.h. do Sri-Lanka para o Estado do Rio de Janeiro<br />
Artigo também disponível <a href="http://www.abacocba.org.br/pages/cartasb_out_edsaude.asp" target="new">neste endereço (clique aqui)</a>.</span></p></blockquote>
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		<title>A verdadeira causa das doenças e o Estresse</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 00:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Sohaku Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Dr. Sohaku]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se tem pesquisado sobre as causas das enfermidades que acometem o homem moderno. Entretanto, existe um consenso na comunidade científica de que é o estresse um dos grandes causadores das doenças contemporâneas, seja ele físico, mental, social, laboral ou ambiental. Não resta a menor dúvida que são o estresse e o erro alimentar os maiores responsáveis pelo desvio catabólico (morte celular) que leva à degeneração do organismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Muito se tem pesquisado sobre as causas das enfermidades que acometem o homem moderno. Entretanto, existe um consenso na comunidade científica de que é o estresse um dos grandes causadores das doenças contemporâneas, seja ele físico, mental, social, laboral ou ambiental. Não resta a menor dúvida que são o estresse e o erro alimentar os maiores responsáveis pelo desvio catabólico (morte celular) que leva à degeneração do organismo.</strong></p>
<p>Muitos cientistas vêm desenvolvendo pesquisas com o objetivo de descobrir o que ocorre com o organismo humano frente à essas agressões e o melhor caminho para evitá-las. Dentre os pesquisadores, sobressai o nome do cientista japonês Toru Abo.</p>
<p>Tive a honra de prefaciar e colaborar na tradução do idioma japonês para o português do livro "Revolução Imunológica" do imunologista Dr. Toru Abo, que no dia 17 de outubro estará no Rio de Janeiro para o <span style="font-weight: bold;">Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura e Eletroacupuntura Científica</span>. Sinto-me gratificado em poder ajudar na promoção de uma obra que desmistifica os procedimentos terapêuticos das medicinas naturais e complementares. Essas práticas têm sido no Oriente a melhor maneira de se prevenir e de se obter a cura de inúmeras doenças, além de se promover saúde e longevidade.</p>
<p>Na qualidade de estudioso e pesquisador da Medicina Oriental há mais de 40 anos, percebo, nesta obra, a oportunidade de poder esclarecer alguns mecanismos de cura e adoecimento do organismo humano por uma visão inusitada que esclarece as verdadeiras causas das enfermidades crônicas e do envelhecimento precoce. Dr. Toru Abo, chefe da pós-graduação médica da Universidade de Medicina de Nigata, no Japão, descreve de maneira acessível, as conclusões de suas pesquisas em imunologia iniciadas há mais de 25 anos.</p>
<p>Com suas descobertas a respeito da regulação de leucócitos, através do sistema nervoso autônomo, responsável pelas funções vitais do organismo, Dr. Abo afirma que as doenças são provocadas pelo desequilíbrio desse sistema, causando assim, uma alteração da regulação dos leucócitos (células de defesa do organismo) e, conseqüentemente, diminuindo a capacidade imunológica do indivíduo. Segundo ele, o estresse crônico, inclusive o alimentar, é um dos grandes causadores desse déficit no sistema imunológico e, portanto, a cura das doenças ocorrerá somente quando forem tratadas as raízes das enfermidades, que na maioria dos casos é o estresse.</p>
<p>Dr. Abo também faz revelações surpreendentes em relação a doenças como o câncer. Até 2004, quando publicou suas pesquisas, acreditava-se que o câncer era gerado apenas por alterações genéticas provocadas por exposições a agentes externos. Em suas pesquisas, ele demonstrou que somente o próprio organismo pode ser responsável por esse tipo de doença. Segundo suas conclusões, é no meio interno, principalmente na matriz extra-celular, onde tem início o adoecimento, contrariando a visão localista-lesional e reducionista da enfermidade.</p>
<p>Ele afirma com convicção que não há qualquer base científica e lógica que sustente a tese de que é possível o adoecimento de apenas uma parte do organismo. O adoecimento, portanto, permeia o organismo como um todo e a lesão orgânica é apenas parte do adoecimento e não o adoecimento em si, em oposição ao pregado e praticado pela medicina convencional.</p>
<p>As terapias e práticas milenares da Medicina Oriental são para o Dr. Abo as formas eficazes de se diminuir o estresse e aumentar a capacidade imunológica do indivíduo. Diferente da medicina convencional, que acaba por diminuir a capacidade imunológica do organismo com intervenções cirúrgicas e medicamentos, a Medicina Oriental possui terapias de relaxamento, alimentação, respiração, meditação, estimulação corporal, entre outras, como acupuntura, o shiatsu e a fitoterapia, que levam à desintoxicação e à bio-regeneração.</p>
<p>Preconizadas de maneira integrada pelo Sistema Oriental Honnō de Saúde, tais terapias funcionam como estimuladoras do sistema imunológico, permitindo, dessa forma, que o organismo debilitado acione por si só os mecanismos que levam à auto-cura. Há casos, entretanto, que medicamentos alopáticos e a própria cirurgia são recomendados.</p>
<p>Para mim, que durante anos residi no Japão, entre outros países asiáticos, convivendo e empregando tais terapias, a obra de Dr. Abo surge para despertar nas mentes, tanto de pacientes quanto de médicos e terapeutas, a possibilidade da promoção da auto-cura e do bem-estar, como a melhor forma de obtermos uma vida longeva e saudável.</p>
<p>O livro “Revolução Imunológica” foi best-seller no Japão, fato que demonstra o interesse da população em entender os mecanismos biológicos que levam à cura e, também, esclarecem os equívocos da medicina convencional. Com diversos estudos de casos clínicos tratados por sua equipe de médicos e terapeutas, Dr. Abo nos proporciona respostas sucintas e revolucionárias na cura de doenças como câncer, dores crônicas, alergias, doenças de imunossupressão e outras. Eu gostaria, sinceramente, que esta obra pudesse despertar o interesse de médicos, terapeutas e pacientes também no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.sohakuineditora.com.br/" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img alt="" border="0" src="http://www.honno.com.br/imagens/capa_abo.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 215px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 173px;" /></a></p>
<p><a href="http://www.sohakuineditora.com.br/" target="_blank">Para mais informações sobre o lançamento "Revolução Imunológica", visite o site da Editora Gasho clicando na imagem.</a></p>
<blockquote style="font-family: verdana;"><p>
<span style="font-size: 85%;"></p>
<p>Artigo de </span><span style="font-size: 85%; font-weight: bold;">Dr. Sohaku Bastos, Ph.D.</span><span style="font-size: 85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%;">Presidente–executivo do <a href="http://www.acupunturabrasil.com.br/" target="_blank">Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura e Eletroacupuntura Científica</a></span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Natureza, Medicina Oriental e o Sistema Honnō de Saúde Oriental</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 00:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. Sohaku Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos Dr. Sohaku]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida é marcada pelo conjunto de espécies em permanente estágio evolutivo. Apesar de não termos presenciado o “salto evolutivo” no qual uma espécie tornar-se-ia outra espécie, a teoria de Darwin é um fator irrefutável no entendimento da vida e de seus sistemas vivos, desde os ecossistemas aos seres, sendo esses uni ou pluricelulares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A vida é marcada pelo conjunto de espécies em permanente estágio evolutivo. Apesar de não termos presenciado o “salto evolutivo” no qual uma espécie tornar-se-ia outra espécie, a teoria de Darwin é um fator irrefutável no entendimento da vida e de seus sistemas vivos, desde os ecossistemas aos seres, sendo esses uni ou pluricelulares.</strong></p>
<p>Na composição do corpo humano podemos encontrar estruturas que remetem a organismos menos desenvolvidos. Algumas células do corpo humano reagem da mesma maneira que as bactérias e os protozoários, na forma de absorver nutrientes, na forma de se locomoverem etc. As pesquisas inovadoras de Dr. Toru Abo demonstram a importância dessas estruturas no funcionamento do sistema imunológico humano, revelando a inteligência inata, com base no princípio da ordem e holoinformação, com que o corpo humano utiliza as células do sistema imunológico para eliminar substâncias tóxicas e se desfazer de tecidos comprometidos, mantendo um estado permanente de bio-regeneração.</p>
<p>Seguindo este princípio é que o corpo humano consegue se manter saudável e hígido. Ao sermos acometidos por situações agressivas, seja por toxinas externas ao organismo (xenotoxinas), seja por estresse e tensão, nosso organismo é inundado por substâncias endógenas produzidas pelo organismo com o intuito de nos manter vivos. Assim, mecanismos de “limpeza” de células comprometidas, sobretudo da matriz extra-celular são acionados, fazendo uma varredura em nossos tecidos. Passando-se a situação estressora, quando estamos relaxados, nosso organismo, então, aumenta a produção de leucócitos (linfócitos) que farão a limpeza das substâncias tóxicas. </p>
<p>Todo esse processo de tensão/relaxamento é regulado pelo sistema nervoso autônomo e acontece em ciclos, assim como o dia e a noite. O organismo humano se desenvolveu em harmonia com a natureza, através de ciclos ou ritmos, que ocorrem em sincronia com o ambiente externo, como variações entre o dia e a noite, o verão e o inverno, as fases da lua e etc. Todos os seres vivos apresentam tais ciclos ou ritmos, eles são chamados de circadianos, quando as mudanças fisiológicas ocorrem em períodos equivalentes a 24 horas; ultradianos quando ocorrem em períodos menores e infradianos quando ocorrem em períodos maiores de tempo, como o ciclo menstrual de 28 dias.</p>
<p>A antiga Medicina Oriental sempre enfatizou respeito à natureza e às leis do universo como forma do homem gozar de plena saúde e de conquistar a longevidade. As práticas e terapias de cura da Medicina Oriental são formas de restabelecer essa sintonia que todos os seres vivos possuem em relação à dinâmica universal. Se a natureza do movimento humano não estiver em sincronia com os movimentos do universo estará estabelecido o desequilíbrio causador de diversas enfermidades.</p>
<p>Restabelecer o equilíbrio do sistema biorregulatório humano, unindo o homem à natureza, significar dizer, seu estado natural de saúde e bem-estar, é o objetivo do  Sistema Oriental Honnō de Saúde. Integrando os conhecimentos da Medicina Oriental às descobertas e métodos da ciência contemporânea e à terapia Honnō-Ryohō, é possível levar o indivíduo a sintonizar seu movimento interno-externo, resgatando seu próprio equilíbrio.</p>
<p>Através das práticas dos verdadeiros movimentos de cura o indivíduo pode experimentar estados extraordinários de consciência, acarretando não apenas a prevenção de doenças, mas à própria expansão da consciência. O papel do terapeuta, neste caso, deveria ser de educador e observador e não apenas de curador, limitando sua intervenção ao mínimo possível, o que requer do mesmo uma preparação abrangente, sobretudo no que diz respeito ao discernimento e a capacidade de interagir com o paciente e consigo mesmo.</p>
<p>Harmonizar a energia do céu e da terra no próprio corpo, resgatar a identidade original e a capacidade de auto-organização demonstra a inteligência inata de bio-regeneração que possuímos. O autoconhecimento indica nossos limites e, também, nossas capacidades que nos proporcionam a liberdade que necessitamos para criar, evoluir e estabelecer identidades, não só como indivíduos, mas também como sociedades.</p>
<p><a href="http://www.sohakuineditora.com.br/" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img alt="" border="0" src="http://www.honno.com.br/imagens/capa_abo.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 215px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 173px;" /></a></p>
<p><a href="http://www.sohakuineditora.com.br/" target="_blank">Para mais informações sobre o lançamento "Revolução Imunológica", visite o site da Editora Gasho clicando na imagem.</a></p>
<blockquote style="font-family: verdana;"><p>
<span style="font-size: 85%;"></p>
<p>Artigo de </span><span style="font-size: 85%; font-weight: bold;">Dr. Sohaku Bastos, Ph.D.</span><span style="font-size: 85%;"><br />
</span><span style="font-size: 85%;">Presidente–executivo do <a href="http://www.acupunturabrasil.com.br/" target="_blank">Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura e Eletroacupuntura Científica</a></span></p></blockquote>
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